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Vacas na fazenda russa são equipadas com óculos de realidade virtual para aumentar a produção de leite PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Ter, 26 de Novembro de 2019 12:31
Os óculos de realidade virtual não são acessórios para um filme. Eles foram feitos especificamente para essas vacas leiteiras, de modo a melhorar suas condições e permitir que elas relaxem produzindo mais leite. Muitas indústrias diferentes ao redor do mundo estão se voltando cada vez mais para a informatização para melhorar as condições de trabalho. Por que não a indústria agrícola também? Fones de ouvido VR como uma ferramenta útil de produtividade. Esses fones de ouvido foram cuidadosamente projetados combinando anos de experiência na indústria de laticínios, além de tecnologia. A questão premente da produção de leite levou especialistas do mundo da TI e líderes da indústria na produção de leite a trabalharem juntos para encontrar uma solução. Além das necessidades físicas das vacas, os pesquisadores também analisaram o estado emocional dos animais. Exemplos de fazendas leiteiras em todo o mundo foram levados em consideração, com um sinal claro de produção de leite de maior e melhor qualidade daqueles que possuíam um ambiente calmo. Por exemplo , em algumas fazendas americanas leiteiras, os criadores instalam escovas rotativas nas baias das vacas, o que fornece uma alternativa para massagear os animais. Na Europa, os agricultores usam sistemas robóticos que permitem que as vacas vaguem de maneira mais livre e ampla. E na Rússia, algumas fazendas tocam música clássica em alto-falantes em torno da fazenda, o que acalma as vacas. Todos esses métodos foram comprovados para ajudar as vacas a relaxar e fornecer mais leite. Os fones de ouvido VR em vacas não parecem mais tão absurdos. Esses óculos de realidade virtual foram cuidadosamente projetados por desenvolvedores em um estúdio de realidade virtual, ao lado de veterinários. Levando em conta as características estruturais da cabeça das vacas, os óculos VR tipicamente adequados ao homem foram adaptados para trabalhar com vacas. A equipe garantiu a criação de visualizações de realidade virtual que funcionam com a visão de uma vaca , por exemplo, sua maior percepção da cor vermelha, mas os tons mais fracos de azul e verde foram levados em consideração. Os arquitetos de realidade virtual também criaram um programa exclusivo para simular campos verdes de verão. Como as vacas reagiram? Depois de usar seus fones de ouvido, os especialistas registraram que as vacas exibiam uma diminuição na ansiedade e um aumento no humor geral do rebanho. Mais estudos precisam ser realizados para determinar se mais leite foi produzido através dos efeitos do uso dos óculos de realidade virtual. A tecnologia moderna e a pecuária leiteira podem ter um efeito duradouro se o próximo estudo for positivo. Se tudo der certo, podemos acabar vendo rebanhos de ovelhas, rebanhos de vacas e sirenes de suínos movendo-se com óculos de realidade virtual em um futuro próximo. Fonte: https://interestingengineering.com/
Última atualização em Ter, 26 de Novembro de 2019 12:34
 
Leite digital: o 4.0 chegando na produção. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Qua, 20 de Novembro de 2019 12:50
Em qualquer ambiente que vamos há sempre uma pessoa que fala: o tempo está passando muito rápido. Realmente, parece que não temos tido muito tempo, e isto nos dá a sensação de que os dias são mais curtos. Talvez muito desse sentimento esteja ligado à questão de estarmos, cada dia mais, conectados o tempo inteiro. As notícias chegam muito rápidas. Algo que aconteceu pela manhã e só descobrirmos à tarde, ficamos com a sensação de notícia antiga, ou que não estamos atualizados. Em outro vértice, tudo é muito volátil, passa rápido. Vira um “meme” e se foi. Mas, apesar dessa tecnologia nos trazer alguns sentimentos que nos criam ansiedade, há uma infinidade de soluções que estão sendo criadas que nos facilitam o dia a dia. No mundo do leite, a nata já tem investido nessas opões. Um bom exemplo é a Embrapa que, em parceria com outras instituições, fomenta o Ideas for Milk desde 2016. O foco é promover o surgimento de soluções para a cadeia do leite, reunindo a iniciativa privada, a academia, a pesquisa agropecuária e o setor produtivo. Para 2019, dia 22 de novembro terá a seleção dos campeões, os selecionados vão apresentar propostas para incrementar e garantir desde a otimização dos recursos, de mensuração de crescimento de bezerras, das análises rápidas do leite e até o cumprimento das legislações. O mercado lácteo, apesar de ter evoluído muito, ainda não é um player importante no cenário internacional. Conseguimos galgar alguns status, desde sanitários até abertura de mercados, mas ainda não temos realmente relevância. No meio do ano, houve o anúncio de 24 laticínios habilitados para o comércio com a China. E, como não poderia ser diferente, causou certa euforia. Ter os chineses tomando leite brasileiro nos permitirá produzir muito mais, afinal, a China tem aproximadamente cinco vezes a população do Brasil. No entanto, apesar da habilitação, nada de lácteos foi exportado. Segundo agentes púbicos, ainda falta a comprovação do cumprimento de requisitos legais. Aliás, com foco nessas legislações, um dos finalistas do desafio das Startups, do Ideas for Millk 2019, está concorrendo com uma solução para buscar mitigar os entraves de importação. As normativas (assim como os importadores) exigem que exista uma cadeia de informações de que as exigências, para a produção de um leite saudável, estejam disponíveis e sejam realizados planos de controle. De um lado há milhares de produtores, que devem gerar dezenas de registros por mês e, do outro, os laticínios, que devem receber e processar essas informações, para garantir ações corretivas e eventuais desvios que sejam detectados. Unir essas pontas, recolhendo registros em papel e processando no escritório, pode ser uma tarefa extremamente difícil de realizar, além, claro, de demorado. Partindo dessa demanda, e com auxílio desta que vos escreve, foi concebido um aplicativo batizado de Milk Wiki, que contém todos os procedimentos, registros, treinamentos e ações que devem ser realizadas, além de canais de comunicação direta do laticínio com o produtor, cujo objetivo é o de buscar a conformidade dos processos de produção. O aplicativo é acessado através de smartphones, tanto IOs quanto Androides, possui uma interface amigável e de fácil utilização, e envia para o laticínio em tempo real as informações que são demandadas. O surgimento de iniciativas como esta pode encontrar entraves na baixa escolaridade ou na dificuldade de operar tais “inovações”. Por outro lado, é inevitável a disseminação desse tipo de tecnologia, principalmente entre os mais jovens. Esse, mais conectado interagem nas redes sociais mais instintivamente e, por conta disso, tem a tendência em absorver as tecnologias mais rapidamente e utilizá-las na rotina, traz uma satisfação e sensação de pertencimento a esta geração tão plugada. Talvez a maior utilização da tecnologia no campo, seja um atrativo para retenção dos mais jovens, uma das demandas para sustentabilidade do setor agropecuário. Assim como as cidades, as tecnologias, as conexões, as inovações também são necessárias. Esperemos faça os dias continuarem como são no campo, ou melhor, que permita utilizar o tempo de lazer com mais contato e conexões positivas.
Última atualização em Qua, 20 de Novembro de 2019 13:01
 
Smartphones, aplicativos, registros, leite e exportação: todos juntos para a profissionalização da cadeia do leite. PDF Imprimir E-mail
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Seg, 19 de Agosto de 2019 09:49
A nova legislação do leite, publicada no final de 2018 e vigente, tem uma formatação que exige diversos controles e monitoramentos, desde o campo. Esta composição tem um viés bem focado na profissionalização do setor, pois, utiliza controles de processos que são exigências de empresas consolidadas. Estas normativas, as conhecidas INs 76 e 77, tornaram-se uma inovação em relação as outras anteriores, especialmente em relação a exigência de um Plano de Qualificação de Fornecedores de Leite, que as indústrias captadoras e processadoras devem apresentar. Estes planos devem definir a política do estabelecimento em relação aos seus fornecedores de leite, ou seja, os produtores. Nestes também devem estar definidos os objetivos das ações a serem realizadas nas propriedades leiteiras. Devem ser alinhados à missão e à visão do laticínio/entreposto. Com isto, primeiramente, o estabelecimento deve ter descrito qual sua visão e missão e, posteriormente, alinhar suas estratégias focando que os objetivos, ações, metas e indicadores, que estão descritos em seus planos, devem estar em consonância com as premissas de qualidade dos produtos, conforme definido pela instituição.
Última atualização em Seg, 19 de Agosto de 2019 10:44
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Novos mercados! Novas perspectivas? PDF Imprimir E-mail
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Qui, 26 de Setembro de 2019 16:10
Não se pode negar o quanto o Brasil evolui nas últimas décadas em relação à produção de leite e, especialmente, em relação à balança comercial brasileira. Apesar do imenso rebanho, somente em 2004 o volume de importações foi menor que de exportação de lácteos. De fato, depois deste ano, a produção brasileira foi incrementada, com ela também, em menor velocidade, a qualidade de leite. Mas, não na mesma proporção, e com crescimentos também significativos, outros países ampliaram suas produções. Em determinadas regiões do mundo há um desequilíbrio, mais produção que capacidade de consumo. Alguns países da Europa estão enfrentando um cenário complicado entre os produtores. No entanto, sem esmiuçar os pormenores, o Brasil possui muitas vantagens, começando com a natureza que não impede que as pastagens e plantios fiquem hibernando, sob a neve de inverno, até as dimensões geográficas que permitam uma exploração racional e mais bem adaptada às questões de bem-estar animal, por exemplos.
Última atualização em Qui, 26 de Setembro de 2019 16:26
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As novas legislações para produção de leite: estamos prontos? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Sex, 08 de Março de 2019 16:08

Seguindo as tendências mundiais, as instruções normativas, pertinentes à produção e comercialização de leite, que devem estar vigentes já no início de junho de 2019, estão exigindo controles e evidências de cumprimento de procedimentos, desde a unidade de produção, ou seja, já na propriedade rural.

 

A Instrução normativa 76 que determina os critérios e procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados no serviço de inspeção oficial, estabelece, entre vários outros requisitos, um real monitoramento no campo.

 

Nesta normativa, há a clara exigência de evidenciar a sanidade dos rebanhos leiteiros, pois, ela cobra que que todos os rebanhos, que forneçam leite, tenham um médico veterinário responsável, e os processos de acompanhamento devem constar em programas de autocontrole dos estabelecimentos. Este profissional precisa evidenciar que o cumprimento dos programas para controle sistemático de parasitoses e mastite assim como, controle de brucelose (Brucella abortus) e tuberculose (Mycobacterium bovis). Desta forma, há ampliação da ação das indústrias dentro das unidades de produção. Com ela, um arcabouço documental para comprovar que as práticas solicitadas estejam sendo realizadas sistematicamente.

Última atualização em Seg, 19 de Agosto de 2019 10:34
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