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As novas legislações para produção de leite: estamos prontos? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Sex, 08 de Março de 2019 16:08

Seguindo as tendências mundiais, as instruções normativas, pertinentes à produção e comercialização de leite, que devem estar vigentes já no início de junho de 2019, estão exigindo controles e evidências de cumprimento de procedimentos, desde a unidade de produção, ou seja, já na propriedade rural.

 

A Instrução normativa 76 que determina os critérios e procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados no serviço de inspeção oficial, estabelece, entre vários outros requisitos, um real monitoramento no campo.

 

Nesta normativa, há a clara exigência de evidenciar a sanidade dos rebanhos leiteiros, pois, ela cobra que que todos os rebanhos, que forneçam leite, tenham um médico veterinário responsável, e os processos de acompanhamento devem constar em programas de autocontrole dos estabelecimentos. Este profissional precisa evidenciar que o cumprimento dos programas para controle sistemático de parasitoses e mastite assim como, controle de brucelose (Brucella abortus) e tuberculose (Mycobacterium bovis). Desta forma, há ampliação da ação das indústrias dentro das unidades de produção. Com ela, um arcabouço documental para comprovar que as práticas solicitadas estejam sendo realizadas sistematicamente.

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Última atualização em Sex, 08 de Março de 2019 16:13
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Preservação: a produção de carne e leite deve ser parte do processo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Qua, 02 de Janeiro de 2019 08:17

Conforme reportagem publicada no The Guardian “Se você quer salvar o mundo, o veganismo não é a resposta, por Isabela Tree”, ao contrário do que tem sido apregoado, que ambientalmente é melhor comer mais produtos feitos a partir de soja, milho e grãos cultivados industrialmente, estudos estão evidenciando que o ideal é encorajar o maior emprego de formas sustentáveis de produção de carne e derivados lácteos com base em sistemas rotacionais tradicionais, pastagens permanentes e pastagens para conservação. Deve-se, no mínimo, questionar a ética de aumentar a demanda por culturas que exigem altos insumos de fertilizantes, fungicidas, pesticidas e herbicidas, enquanto demonizam formas sustentáveis da pecuária que possam restaurar os solos e a biodiversidade e, especialmente, de sequestrar carbono.

 

No meio ambiente, os animais vivem em rebanhos naturais e vagam onde desejam. Eles chafurdam em riachos e diversos pontos que tenham água. Eles descansam onde gostam e comem o que lhes apetecem. O animas pastam em flores silvestres e gramíneas, mas eles também se alimentam de arbustos e árvores. Os suínos selvagens fuçam para encontrar tubérculos e até mergulham em lagoas. A maneira como pastam ou se agrupam estimula a vegetação de formas distintas, o que, por sua vez, cria oportunidades para outras espécies, incluindo pequenos mamíferos e pássaros.

 

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Ilustração: Matt Kenyon

Última atualização em Qua, 02 de Janeiro de 2019 08:27
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Tuberculose ainda é um problema no campo. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Dom, 16 de Dezembro de 2018 10:02

Periodicamente há notícias sobre abate de muitos animais, de um mesmo rebanho, por conta estarem acometidos por tuberculose. A tuberculose bovina (TB) é uma zoonose causada por uma bactéria Mycobacterium bovis, apresenta sérios riscos tanto à saúde pública humana quanto à veterinária, em especial em indivíduos convalescentes ou imunodebilitados, pela susceptibilidade do homem ao agente, além de ocasionar impactos à produtividade dos rebanhos (diminuição da produção de leite e da vida produtiva, maiores custos de reposição, diminuição da taxa de conversão alimentar e taxa de fertilidade das fêmeas) e, também, por perdas devido a condenações parciais ou totais das carcaças em matadouros e, ainda, a restrição ao comércio internacional de produtos oriundos de propriedades, e até regiões, onde foram registrados focos da doença.

 

Estima-se que o animal com tuberculose perca de 10% a 25% de sua eficiência reprodutiva além da perda de prestígio e credibilidade da unidade de criação onde a doença é constatada.

Última atualização em Qua, 02 de Janeiro de 2019 08:25
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